Em entrevista ao SAPOTeK, a presidente da Agência Nacional de Inovação relata algumas das principais conclusões sobre o “consumo” de fundos europeus de incentivo à investigação e desenvolvimento, em Portugal nos últimos anos. Reconhece que os programas nacionais carecem de simplificação de processos e admite que isso só será possível se as entidades que gerem estes fundos fizerem a sua própria transição digital, um processo que está em marcha na ANI.
Open call DOaccelerate: Oportunidade de capacitação para entrada em mercado Alemão
Candidaturas até 23 de fevereiro Estão abertas as candidaturas ao DOaccelerate 2026 – Intralogistics Edition, o programa de go-to-market promovido pela Agência de Desenvolvimento Económico de...

