Em entrevista ao SAPOTeK, a presidente da Agência Nacional de Inovação relata algumas das principais conclusões sobre o “consumo” de fundos europeus de incentivo à investigação e desenvolvimento, em Portugal nos últimos anos. Reconhece que os programas nacionais carecem de simplificação de processos e admite que isso só será possível se as entidades que gerem estes fundos fizerem a sua própria transição digital, um processo que está em marcha na ANI.
Eurostars lança 10.ª convocatória e promove webinar para apoiar candidatos
22 de janeiro, 10h O programa Eurostars, instrumento internacional de financiamento que apoia projetos colaborativos de I&D liderados por PME inovadoras, abriu oficialmente a sua 10.ª call de...

