Em entrevista ao SAPOTeK, a presidente da Agência Nacional de Inovação relata algumas das principais conclusões sobre o “consumo” de fundos europeus de incentivo à investigação e desenvolvimento, em Portugal nos últimos anos. Reconhece que os programas nacionais carecem de simplificação de processos e admite que isso só será possível se as entidades que gerem estes fundos fizerem a sua própria transição digital, um processo que está em marcha na ANI.
Horizonte Europa reforçado em 500 milhões de euros para 2026 e 2027
Comissão Europeia reforça orçamento do programa para cerca de 14,8 mil milhões de euros e anuncia duas novas oportunidades de financiamento A Comissão Europeia anunciou um reforço de 500 milhões de...

