Os centros tecnológicos e de interface vão ver os seus meios financeiros reforçados no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que conta com 186 milhões de euros para financiar estas infraestruturas. Em causa está o decreto-lei 126-B/2021, publicado a 31 de dezembro, e que veio estabelecer o regime jurídicos dos Centros de Tecnologia e Inovação (CTI), regulando o seu processo de reconhecimento, os princípios gerais da sua atividade, métodos de avaliação e modelo de financiamento. Afinal, a legislação que regulava os centros tecnológicos, criados nos anos 80 ou até antes, “estava completamente ultrapassada”, como reconhece o secretário de Estado Adjunto da Economia, João Neves.
Workshop: Reforçar o sucesso das propostas com abordagem multiator no horizonte europa
20 de novembro, Salão Nobre do Instituto Superior de Agronomia A ANI, em colaboração com o Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa (ISA-ULisboa) e o Laboratório Associado TERRA,...

