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ANI capacita empresas para prepararem candidaturas ao SME Instrument do Horizonte 2020

A ANI – Agência Nacional de Inovação organizou o “1º Encontro SMEi”, uma sessão de esclarecimentos para as PME que pretendem candidatar-se à 2ª fase do SME Instrument, um instrumento de apoio do H2020 para projetos de inovação de PMEs. Participaram 54 empresas que tiveram a oportunidade de conhecer melhor o processo de avaliação do SME Instrument bem como os fatores críticos de sucesso a considerar na preparação de uma candidatura ganhadora.

A ANI organizou em Lisboa no passado dia 10 de janeiro o 1º Encontro SMEi, com o objetivo de capacitar as empresas na preparação de candidaturas à Fase 2 do SME Instrument do Horizonte 2020.

Esta abordagem, ela própria inovadora, envolveu as equipas de promoção do Programa Quadro de I&DT e de Aconselhamento em Inovação & Parcerias Tecnológicas da ANI, em colaboração também com a FCT e o IAPMEI – “Organizámos este evento com as empresas candidatas ao SME Instrument porque entendemos que é preciso inovar e prestar um serviço mais qualificado que permita melhorar as taxas de participação nacional e a performance das empresas portuguesas nestes programas”, sublinha Miguel Barbosa, Administrador da ANI.

Neste encontro participou também a Diretora de Avaliação para PME no H2020, Catherine Eginard, da EASME – Executive Agency for SMEs (Comissão Europeia), que destacou a importância do papel das agências de inovação nestes processos pela proximidade às empresas e ao mercado. Ações como esta que “aproximam as empresas das especificidades do processo de avaliação”, são uma boa-prática porque promovem o sucesso das candidaturas a programas altamente competitivos de nível europeu, como é o caso do SME Instrument.

TaxaSucessoSMEInst_PT_Fase1Esta ação surge na sequência de um conjunto de esforços realizados pela ANI nos últimos 2 anos com o objectivo de melhorar a prestação das empresas nacionais na Fase 1 do SME Instrument (apoio de 50K€ a cada empresa para a realização de um estudo de viabilidade de projetos inovadores) e que deram já excelentes resultados em 2016. Portugal foi o país com a segunda mais alta taxa de sucesso, com quase 23% de candidaturas aprovadas, um número que contrasta fortemente com os 9% da média europeia.

O desafio é agora o de melhorar a performance nacional na Fase 2 deste instrumento, permitindo que mais empresas portuguesas acedam a volumes de financiamento bem mais relevantes (apoio por projecto até um máximo de 2,5M€). Com este encontro, o objetivo foi “passar às empresas um conjunto de informações e de ferramentas que lhes permitam ter mais sucesso na Fase 2, nomeadamente explicar muito bem quais os pontos críticos de sucesso de uma candidatura, com que é que os avaliadores se preocupam quando analisam uma candidatura, quais os pontos que é essencial focar, como os abordar e como comunicar na candidatura a estratégia da empresa e mostrar a solidez das equipas” esclareceu Miguel Barbosa.

O primeiro momento de recolha de candidaturas a este programa termina no próximo dia 18 de janeiro, mas existirão ao longo do ano outros momentos de avaliação, pelo que as empresas podem candidatar-se à Fase 2 do SME Instrument durante todo o ano de 2017.

A ANI está a colocar à disposição das startups e das PME intensivas em tecnologia e conhecimento um conjunto de ativos que existem na agência, para as ajudar a ter sucesso na captação de financiamento internacional para projetos de I&D.

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